sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

PMNF RETOMA ADMINISTRAÇÃO DOS 16 CEMITÉRIOS DA CIDADE

Prefeito interino Sergio Xavier sanciona o decreto
Na tarde da última quinta-feira, 22 de dezembro, o prefeito interino Sérgio Xavier (PMDB) sancionou o Decreto Nº 1.247, de 20 de Dezembro de 2011, em que a Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, a partir do próximo dia 05 de janeiro, retomará a administração dos 16 cemitérios do município, derrogando, assim, o Decreto de Nº 293, de 28 de Dezembro de 2010, em que concedia à Memorial Nova Friburgo – Concessionária Cemiterial a exploração e administração dos serviços cemiteriais e funerários feitos no município.
Até o início de janeiro, a empresa que era responsável pela administração dos cemitérios, disponibilizará para Prefeitura todo o levantamento mapeado dos registros de jazigos, da gestão, e da digitalização dos livros de óbitos desde 1931. Durante um ano, a Memorial Brasil fez obras de melhorias na parte física em cinco cemitérios da cidade: Campo do Coelho, Riograndina, São Pedro da Serra, São João Batista e Trilha do Céu. Segundo levantamentos feitos, estes dois últimos sepulcrários são responsáveis por 85% dos sepultamentos ocorridos em Nova Friburgo.
- “Ao retomar a responsabilidade destes cemitérios corrigimos mais uma distorção da Administração Pública, atendemos ao  anseio e reivindicação da população que merece esta prestação de serviço feita pelo governo municipal. ”, disse Sergio Xavier.

- Com Secom-PMNF

NO APAGAR DAS LUZES STF GOLPEIA DE NOVO ÓRGÃO QUE VIGIA JUÍZES


Supremo Tribunal Federal proíbe Conselho Nacional de Justiça de apurar enriquecimento de juízes. Liminar foi concedida às 21h do último dia de trabalho do STF antes das férias, a pedido de três entidades corporativas da magistratura. Fica suspensa 'devassa' de 216 mil juízes e servidores do Judiciário. Ministro responsável, Ricardo Lewandowski, nega decisão em causa própria. 

 
Na undécima hora antes de sair defintivamente de férias e só reabrir as portas em fevereiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu mais um golpe no órgão de controle externo da conduta de juízes e tribunais, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A corregedoria do CNJ está proibida de investigar o recebimento de salário e o enriquecimento de juízes pelo país, graças a uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski.
Às 21h da segunda-feira, 19 de dezembro, último dia de trabalho do STF neste ano e no qual a corte funcionou só para empossar uma nova ministra, Rosa Weber, Lewandowki aceitou mandado de segurança apresentado ao STF por três entidades corporativas de juízes que queriam barrar apurações do CNJ: Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação dos Juízes Federais (Ajufe) e Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).
As três entidades sentiram-se encorajadas para acionar o STF no dia 19 pois a última decisão da corte, paralelamente à posse de Rosa Weber, tinha sido justamente impedir o CNJ de investigar o comportamento de juízes.
Uma liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello suspendera resolução baixada pelo CNJ para disciplinar as investigações. Valerá até que o STF volte das férias e seus ministros julguem o caso. A menos que, durante as férias, um ministro plantonista resolva dar uma outra liminar, cassando a primeira.
O estopim do mandado de segurança de AMB, Ajufe e Anamatra tinham sido investigações abertas pelo CNJ no Tribunal de Justiça de São Paulo, no dia 6 de dezembro. A primeira iniciativa deste tipo, cujo foco não era São Paulo, havia sido determinada em julho de 2009, mas providências efetivas só foram tomadas agora em dezembro, daí a reação das entidades.
De acordo com o próprio mandado de segurança delas, 216.800 mil juízes e funcionários de tribunais estavam na mira do CNJ. O órgão de controle externo de Judiciário havia reunido o CPF de todos os investigados e enviado ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do ministério da Justiça. Queria que o Coaf fizesse um cruzamento dos CPFs com movimentações financeiras suspeitas.
O Coaf é o organismo que, pela legislação de combate à lavagem de dinheiro, deve ser comunicado pelos bancos sempre que eles identificarem movimentações atípicas.
Depois que o CNJ recebeu respostas do Coaf, tratou de cruzar as informações com as declarações de renda do rol de investigados.
A ação de AMB, Ajufe e Anamatra classifica a atitude do CNJ como "uma devassa na vida íntima e privada de todos os magistrados brasileiros e servidores do Judiciário".

Causa própria?

Quem primeiro deu a notícia sobre a liminar de Lewandowksi foi o jornal Folha de S. Paulo, nesta quarta-feira (21). A reportagem dizia que o ministro aceitou dar a liminar porque ele mesmo, que é egresso do TJ de São Paulo, estaria na mira do CNJ.
Em nota divulgada nesta quarta, 21 de dezembro, o ministro do STF rebate a afirmação.
- “A decisão de minha autoria não me beneficia em nenhum aspecto, pois as providências determinadas pela Corregedoria do CNJ, objeto do referido mandado de segurança, à míngua de competência legal e por expressa ressalva desta, não abrangem a minha pessoa ou a de qualquer outro ministro deste Tribunal [STF], razão pela qual nada me impedia de apreciar o pedido de liminar em questão”, disse.
O presidente do STF, Cezar Peluso, que também preside o CNJ mas está em conflito com a corregedora do Conselho, Eliana Calmon, também divulgou nota para defender Lewandowski. Para ele, houve “insinuações irresponsáveis” sobre as motivações do ministro ao conceder a liminar.
O próprio Peluso faz insinuações na nota, de que teria havido “covardes e anônimos 'vazamentos'” de informações fiscais e bancárias de Lewandowksi protegidas por sigilo.

- Com Carta Maior

ALERJ APROVA FINANCIAMENTO ADICIONAL DE US$ 100 MILHÕES PARA RIO RURAL


RECURSO DO  BANCO MUNDIAL  AMPLIARÁ ATUAÇÃO DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA SECRETARIA DE AGRICULTURA

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na última segunda-feira, 26 de dezembro, o projeto de lei 1170/11, que autoriza o Poder Executivo a fazer empréstimo para o financiamento adicional ao projeto de desenvolvimento rural sustentável em Microbacias Hidrográficas – Rio Rural, da secretaria estadual de Agricultura.
No valor de US$ 100 milhões, o crédito será obtido junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird). O governador Sérgio Cabral explicou que o recurso restituirá o dinheiro alocado em ações emergenciais de recuperação da atividade agrícola afetada pelas chuvas na Região Serrana.  Assim o Estado poderá retomar as atividades e metas previstas no projeto original, aumentando a produtividade.
Além de repor recursos utilizados na reabilitação produtiva das áreas afetadas, o Rio Rural FA, como está sendo denominado, ampliará a atuação do programa nas microbacias, acelerando o desenvolvimento sustentável em áreas estratégicas do Estado e preparando o setor agrícola para o cenário de crescimento e novas oportunidades econômicas e ambientais.
Na avaliação do secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, a nova abordagem do programa permitirá formular estratégias para grupos de microbacias e/ou municípios em um mesmo território. Cada agrupamento possui características econômicas, sociais e ambientais semelhantes, o que possibilita uma ação integrada e mais estruturante do programa.
– “Nesses locais serão canalizados investimentos mais significativos, visando agilizar transformações na paisagem e resultados socioeconômicos ainda mais contundentes.”, concluiu.

- Com Secom-Alerj